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Por que repetimos padrões amorosos mesmo quando sabemos que nos fazem mal?

Muitas pessoas percebem algo curioso na própria vida afetiva: mesmo desejando um relacionamento saudável, acabam vivendo histórias muito parecidas entre si. Mudam os parceiros, mudam os cenários, mas o roteiro emocional parece sempre o mesmo. Relacionamentos que começam intensos e terminam em abandono. Parceiros emocionalmente indisponíveis. Relações marcadas por dependência, rejeição ou instabilidade. Isso gera uma pergunta inevitável: se sabemos que nos faz mal, por que continuamos escolhendo esse tipo de relação? A resposta passa por algo simples e profundo ao mesmo tempo. O amor raramente nasce apenas da escolha consciente. Muitas vezes ele também nasce de padrões emocionais formados ao longo da vida. Como os padrões amorosos se formam Durante a infância, cada pessoa aprende o que significa amar e ser amada. Esse aprendizado não acontece por explicações, mas pelas experiências vividas com pais ou cuidadores. A forma como fomos acolhidos, ignorados, criticados ou protegidos cria den...

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